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GUIA TÉCNICO PARA INSTALADORES

Sensores de irradiação, temperatura e vento para centrais fotovoltaicas

Como escolher sensores para medir o recurso solar, a temperatura do módulo e as condições meteorológicas sem transformar o datalogger numa lotaria de protocolos.

O que convém medir

Irradiância

Permite comparar a energia solar disponível com a produção real e detetar perdas, sujidade ou desvios.

Temperatura do módulo

Ajuda a explicar perdas térmicas e a avaliar o comportamento do gerador fotovoltaico.

Vento e ambiente

São úteis quando o arrefecimento do módulo, a estrutura ou a análise meteorológica exigem mais contexto.

Sensores disponíveis e referências

P&P1575

Irradiação + temperatura

Sensor profissional para monitorizar a irradiação e temperaturas relevantes numa central fotovoltaica a partir de um único ponto.

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P&P2377

Irradiância + temperatura

Equipamento de medição com célula solar laminada sob vidro solar, concebido para comparar o recurso solar com a produção real.

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P&P3009

Irradiância + temperatura + vento

Solução meteorológica para centrais que precisam de correlacionar a produção com a velocidade do vento, além da irradiância e temperatura.

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P&P3106

Temperatura de módulo PT1000

Sonda concebida para medir a temperatura na parte traseira do módulo fotovoltaico e analisar perdas térmicas e desempenho.

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P&P3848

Temperatura 4-20 mA

Sensor para integrar a temperatura traseira do módulo em dataloggers, PLC ou sistemas de monitorização com entrada analógica 4-20 mA.

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P&P4052

Compatível com Solar-Log

Referência destinada a sistemas de monitorização Solar-Log. A compatibilidade exata deve ser verificada com o datalogger e a arquitetura de medição.

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P&P5093

Irradiância SEVEN Modbus

Sensor profissional para centrais industriais e comerciais que centraliza dados meteorológicos e os transmite ao datalogger via Modbus RTU.

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Como escolher corretamente

  1. Confirme as variáveis exigidas pelo contrato, PR ou sistema de monitorização.
  2. Valide protocolo e sinal: Modbus RTU, PT1000 e 4-20 mA não são magicamente intercambiáveis.
  3. Verifique alimentação, distância, cablagem, conectores e entradas disponíveis.
  4. Defina calibração, manutenção e rastreabilidade antes da colocação em serviço.

Perguntas frequentes

PT1000 e 4-20 mA são iguais?

Não. PT1000 é um sinal resistivo; 4-20 mA é um sinal analógico transmitido. O datalogger deve ter a entrada correta.

Qualquer sensor Modbus funciona com qualquer datalogger?

Nem sempre. É necessário validar mapa de registos, velocidade, paridade, endereço, alimentação e configuração do datalogger.

Um sensor de célula de referência substitui sempre um piranómetro?

Não necessariamente. Depende do contrato, norma, cálculo do PR e precisão exigida. Se o caderno exigir piranómetro de termopilha, deve ser respeitado.

É necessário recalibrar os sensores?

Sim, quando exigido pelo fabricante, contrato ou plano de qualidade. A periodicidade, rastreabilidade e certificado devem ser definidos desde o início.

Não sabe qual sensor escolher?

Envie-nos o datalogger, o esquema e as variáveis a medir. Ajudamos a validar a compatibilidade antes da encomenda.

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