Residencial
Prioriza consumo diurno, cobertura disponível, estética, potência contratada e cargas futuras. A bateria só é estudada se o perfil a justificar.

Do telhado ao quadro elétrico: desenhamos a arquitetura a partir do consumo real, da rede, da cobertura e dos objetivos de operação.
A arquitetura muda com o horário de consumo, a ligação à rede, o espaço e a continuidade exigida pela atividade.
Prioriza consumo diurno, cobertura disponível, estética, potência contratada e cargas futuras. A bateria só é estudada se o perfil a justificar.
Procura coincidência com a carga base, controlo de excedentes, medição fiável e crescimento sem sobredimensionar o sistema.
Acrescenta distribuição DC, seletividade, quadros, transformação, comunicações e estratégia operacional coordenada com a fábrica.
O campo FV é uma parte do sistema. A decisão técnica nasce do cruzamento entre consumo, recurso, rede e operação.
Consumos horários ou quarto-horários, sazonalidade, fins de semana e carga base.
Área útil, orientação, sombras, estrutura, acessos, vento e condições ambientais.
Fases, tensão, potência disponível, transformação, medição e requisitos do distribuidor.
Compensação, venda, injeção zero ou limitação dinâmica conforme o projeto e a legislação.
Strings, gamas MPPT, tensões, proteções, seletividade, queda de tensão e comunicações.
Expansões, veículo elétrico, armazenamento, backup e supervisão sem bloquear a evolução.
A seleção final depende do diagrama unifilar, da legislação, da rede e das fichas atuais. Este esquema é conceptual, não uma instrução de montagem.
Trabalhamos com famílias verificáveis, mas a referência exata é escolhida pela compatibilidade elétrica, mecânica e de comunicações.
Tecnologia de célula, dimensões, cargas, corrente, coeficiente térmico e compatibilidade com estrutura e inversor.
Explorar módulos →Gamas MPPT, entradas, tensão de rede, controlo de potência, monitorização e código de rede.
Explorar inversores →Sensores, contador, portal, comunicações e estratégia de controlo de excedentes ou consumo.
Explorar monitorização →Energia, potência, ciclos, arquitetura AC ou DC, backup e integração são validados como sistema.
Ver soluções de armazenamento →Quanto melhor a informação inicial, menos pressupostos entram no projeto e mais útil é a proposta.
Organizamos consumo, horários, limitações e objetivos.
Definimos campo FV, conversão, medição, controlo e opções.
Confirmamos referências, gamas elétricas, documentação e disponibilidade.
Preparamos uma solução técnica rastreável para revisão profissional.
Nem sempre. Sem coincidência, controlo ou estratégia de excedentes, mais potência pode não cumprir o objetivo.
Não necessariamente. Primeiro analisam-se consumo, geração e flexibilidade; depois energia e potência de armazenamento.
Não. Depende do consumo, produção, tarifas, investimento, operação, degradação e condições regulatórias.
Com estes três blocos podemos começar a estruturar o projeto e identificar a informação em falta antes de selecionar equipamentos.
Respostas técnicas para instaladores, engenharias e gestores de projeto.
Cruzam-se a curva de consumo, o recurso solar, a área útil, a rede, os excedentes e os objetivos. A potência ótima não resulta apenas dos kWh anuais ou da área do telhado.
Não. O armazenamento é avaliado quando deslocar energia, limitar potência, aumentar continuidade ou gerir excedentes acrescenta valor ao caso concreto.
Tensões, correntes, gamas MPPT, strings, coeficientes térmicos, proteções, rede, comunicações e compatibilidade mecânica e normativa.
Sim. A PnP aconselha e fornece profissionais. A proposta usa dados reais e documentação atual de cada referência.
Revisão editorial e técnica: equipa Plug & Play Energy. A seleção final é validada com o unifilar, dados de consumo, legislação e documentação atual.